Não existe rentabilidade sustentável sem estrutura

Grande parte das discussões patrimoniais ainda é conduzida de forma excessivamente concentrada em ativos, produtos financeiros e expectativa de rentabilidade. O investidor procura “o melhor investimento”, “a maior taxa” ou “a oportunidade mais rentável”, como se o patrimônio fosse resultado exclusivo da escolha de ativos. Essa lógica é incompleta, já que rentabilidade sustentável não nasce … Continua

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Confiança pessoal no assessor não substitui modelo estrutural correto

Grande parte das decisões patrimoniais ainda é baseada em um critério que parece intuitivo, mas é estruturalmente insuficiente: confiança pessoal. O investidor acredita que, ao escolher alguém de confiança, elimina o risco de decisões inadequadas. Essa percepção é compreensível, mas incorreta. Caráter individual não neutraliza distorções inerentes ao modelo em que essa pessoa está inserida. … Continua

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Transparência radical: o que realmente significa

A maior parte dos investidores acredita que está operando com transparência. Recebe relatórios, acompanha a carteira, participa de reuniões e tem a sensação de estar bem informado. Ainda assim, não sabe exatamente como as decisões estão sendo tomadas, quais incentivos estão por trás das recomendações que recebe e nem quanto está pagando, de fato, ao … Continua

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Antes de falar em retorno, o risco precisa estar mapeado

A maior parte das decisões patrimoniais começa pelo retorno. A conversa gira em torno de quanto rende, do que está performando melhor, de qual ativo parece mais eficiente naquele momento. O problema é que retorno, por si só, não diz quase nada. Ele só passa a ter significado quando inserido dentro de um contexto de … Continua

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Produto bom, estrutura errada

Uma das distorções mais comuns nas decisões patrimoniais não está na escolha do produto, mas na forma como ele é inserido dentro da estrutura. Ativos tecnicamente adequados são frequentemente utilizados como justificativa para decisões que, no conjunto, não fazem sentido. A análise isolada do produto, quando bem construída, pode estar correta. O problema surge quando … Continua

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A ilusão da assessoria gratuita

A ideia de que é possível receber assessoria sem custo é uma das premissas mais aceitas, e menos examinadas, nas decisões patrimoniais. À primeira vista, parece eficiente: há orientação, estruturação, acompanhamento e nenhuma cobrança explícita por isso. No entanto, essa percepção ignora um aspecto elementar de qualquer atividade econômica: não existe estrutura profissional sem remuneração. … Continua

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Quando o assessor ganha mesmo que você perca

A maioria dos investidores parte de uma premissa intuitiva: se o profissional que o orienta ganha dinheiro com seu patrimônio, então seus interesses estão alinhados. A lógica parece simples. Se o patrimônio cresce, todos ganham. Se o patrimônio diminui, todos perdem. No entanto, em grande parte do mercado financeiro e de consultoria patrimonial, essa relação … Continua

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O conflito de interesses que destrói patrimônio sem você perceber

Grande parte dos investidores concentra sua atenção nos riscos visíveis: volatilidade de mercado, cenário macroeconômico, mudança de governo, inflação ou oscilação cambial. Esses fatores de fato existem. No entanto, muitos patrimônios começam a se deteriorar antes mesmo da escolha do primeiro investimento, dentro da própria estrutura da relação entre o investidor e quem o aconselha. … Continua

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