
Confiança pessoal no assessor não substitui modelo estrutural correto
Grande parte das decisões patrimoniais ainda é baseada em um critério que parece intuitivo, mas é estruturalmente insuficiente: confiança pessoal. O investidor acredita que, ao escolher alguém de confiança, elimina o risco de decisões inadequadas. Essa percepção é compreensível, mas incorreta. Caráter individual não neutraliza distorções inerentes ao modelo em que essa pessoa está inserida. … Continued

